Rua Paula Freitas número 66, loja B. Amantes do mundo dos bares e restaurantes não podem deixar de fazer uma visitinha nesse autêntico reduto do mundo da gastronomia. Que me desculpem os Aprazíveis, comfort foods e contemporâneos da vida. Viva Flor é o que há de melhor. Tem o cardápio – sempre desatualizado - quadros e outras relíquias, tudo com um ar para lá de nostálgico. Minha predileção é o menu display, ops, menu de preços a la anos 80. Uma boa lembrança está viva no quadro de promoção contendo os mais variados sabores de sorvete de uma época em que a crocância da casquinha passava ao longe. Outra peça rara desse galeto - que é meu restaurante preferido - fica por conta da chopeira, um trambolho que já deve ter dado muita, mas muita pressão. Quando marco presença nesse point, faço questão de sentar no balcão, para acompanhar de perto aquele vai-e-vem de pratos que saem da cozinha, num daqueles banquinhos que compõem o mobiliário nota dez. Para os dias mais quentes, a dica é a salada mista composta pelo tradicional trio tomate, alface e cebola. Como acompanhamento, peça um galetinho de leite. Quando o calor der uma trégua, opte pela batata corada com uma farofa de ovo e banana mal passados. Nem na Majórica há igual! Se estiver com disposição, enfie o pé-na-jaca com a pêra pra lá de bêbada, verdadeiro ícone da culinária da era ploc. E nada de fazer cara feia achando que está comendo algo demodê. Vou lá quase que semanalmente e já sabem do que gosto, no melhor estilo de CRM que existe. Vale assistir de camarote um dos donos no delivery – devem ser mais de 300 quentinhas só no almoço - enquanto o outro prepara os itens to go. O ticket médio não passa de 15 pratas. O convênio para empresas ainda está na era da assinatura no bom e velho papel de pão. Paixão não se explica. Garanto que essa dica nem Antônia Leite Barbosa conhece. Por sinal, vou indicar o meu querido galeto para a próxima edição da Agenda Carioca. Quem sabe? Que venham os críticos. Vá lá e depois me fale.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
A Lei-seca não deu ressaca, mas mudou a maré
O assunto já foi mais do que batido. No entanto, passados alguns meses, o que sobrou da lei-seca? Bom, infelizmente no começo tudo indicava que esta lei iria pegar como a lei do cinto de segurança... mas não foi bem isso o que aconteceu, pois agora vejo os motoristas totalmente à vontade para tomar "umas cervejinhas" e dirigir de volta para casa.
Ainda assim, os hábitos não voltaram a ser como antes. Durante aquele breve período de medo de perder a carteira, ter o carro rebocado ou subir a tabela de preços das propinas, houve um movimento bairrista muito interessante. Se por um lado quem vinha de longe para o restaurante ou bar ficou lá, mais perto de casa, quem mora nos arredores também ficou por aqui. O reflexo disso é que o cliente do bairro é mais sensível às variações de qualidade da cozinha, do atendimento etc. E mais exigente, pois sabe exatamente o que esperar de cada estabelecimento.
Ou seja, esta é a hora de investir em marketing local, programas de fidelidade e relacionamento pessoal com os clientes. Se você perder o seu cliente para a concorrência ao lado, você terá que remar contra a maré e será muito mais caro conseguir novos clientes que não estejam nas redondezas...
Ainda assim, os hábitos não voltaram a ser como antes. Durante aquele breve período de medo de perder a carteira, ter o carro rebocado ou subir a tabela de preços das propinas, houve um movimento bairrista muito interessante. Se por um lado quem vinha de longe para o restaurante ou bar ficou lá, mais perto de casa, quem mora nos arredores também ficou por aqui. O reflexo disso é que o cliente do bairro é mais sensível às variações de qualidade da cozinha, do atendimento etc. E mais exigente, pois sabe exatamente o que esperar de cada estabelecimento.
Ou seja, esta é a hora de investir em marketing local, programas de fidelidade e relacionamento pessoal com os clientes. Se você perder o seu cliente para a concorrência ao lado, você terá que remar contra a maré e será muito mais caro conseguir novos clientes que não estejam nas redondezas...
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
O Antimarketing de Guerrilha
Nem todo mundo aplaude a rede Starbucks como os cariocas, que enfrentaram filas e filas para conhecer os frapuccinos e cafés especiais da franquia que abriu no final do ano passado no Shopping Leblon. Abaixo, uma foto da ação dos moradores de Whitechapel em Londres, contra a "invasão" Starbucks. Além de colar cartazes, com a típica ironia inglesa, nos tapumes da obra, distribuíram chás e bolos gratuitamente aos vizinhos no dia da inauguração.

Isso é que é e-mail marketing
Existe uma onda de gurus sugerindo que e-mail marketing deve ser curto e grosso, como um outdoor... Mesmo que esta ideia tenha surgido com base em estatísticas de usuários, não leva em consideração que cada caso é um caso.
A cervejaria Samuel Adams sabe que quem assina a newsletter deles está interessado no assunto e, por isso, trabalha seriamente na produção do conteúdo que é enviado mensalmente. Clicando nesse link dá para ver que o e-mail da Sam não tem nada a ver com um outdoor e, muito pelo contrário, gera um super envolvimento do cliente - que, de tanta intimidade, já os chamam de "Sam".
Aqui no Rio, o restaurante/boite 00 capricha nos textos e o e-mail é longuíssimo, mas ótimo de ser lido.
Uma dica: evitar fazer em casa... Todo mundo tem um sobrinho que "sabe tudo" de computador. Se não for uma empresa especializada em produção de conteúdo, que realize reuniões prévias de planejamento, com bons redatores, designers e programadores, são enormes as chances de destruir a boa imagem que o cliente ficou ao sair do seu restaurante.
A cervejaria Samuel Adams sabe que quem assina a newsletter deles está interessado no assunto e, por isso, trabalha seriamente na produção do conteúdo que é enviado mensalmente. Clicando nesse link dá para ver que o e-mail da Sam não tem nada a ver com um outdoor e, muito pelo contrário, gera um super envolvimento do cliente - que, de tanta intimidade, já os chamam de "Sam".
Aqui no Rio, o restaurante/boite 00 capricha nos textos e o e-mail é longuíssimo, mas ótimo de ser lido.
Uma dica: evitar fazer em casa... Todo mundo tem um sobrinho que "sabe tudo" de computador. Se não for uma empresa especializada em produção de conteúdo, que realize reuniões prévias de planejamento, com bons redatores, designers e programadores, são enormes as chances de destruir a boa imagem que o cliente ficou ao sair do seu restaurante.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Primeiro Post
Este primeiro post serve mesmo para fazer um teste da ferramenta Blogger e dar o pontapé inicial neste blog. Pretendo incluir aqui propagandas interessantes, casos diversos e tudo o que possa ajudar donos de restaurantes, gerentes, franqueados e curiosos neste mundo tão rico e tão escasso de boas fontes de informação e inspiração.
Aos amigos, participem. Mandem sugestões, comentem, enviem conteúdo. A interação é o que vai fazer este blog ser interessante e informativo.
Vamos ver no que vai dar.
Aos amigos, participem. Mandem sugestões, comentem, enviem conteúdo. A interação é o que vai fazer este blog ser interessante e informativo.
Vamos ver no que vai dar.
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